domingo, 13 de setembro de 2020

Os "Top 8" países para estudar a Língua Inglesa mais procurados (The Top 8 countries for studying English)

 

Os "Top 8" países para estudar a Língua Inglesa mais procurados 

The Top 8 countries for studying English


Quando falamos em ir para outro país, entre muitas coisas que nos vem a cabeça, uma delas é “IMIGRAÇÃO”, cada país tem sua particularidade em relação a entrada de pessoas em seu território. E por isso vamos falar um pouco sobre esse assunto.

O que é imigração?

Você conhece alguém que já tentou ir para outro país e foi barrado na imigração, teve que voltar ao seu país de origem?
Você conhece alguém que já tentou ir para outro país, e foi, passou pela imigração, deu tudo certo e curtiu o país numa boa?

IMIGRAÇÃO nada mais é do que a entrevista, ou seja, a análise que se faz de uma pessoa que deseja entrar em um país, o qual ele não pertence, não é seu país de origem, não é sua terra natal. Normalmente o indivíduo já sai do avião e obrigatoriamente tem que passar pela imigração antes de pisar em solo do país desejado.

Nessa entrevista, basicamente, eles precisam saber quais são suas reais intenções em entrar no país ao qual você escolheu (o país deles), se você tem condições de se manter lá, etc. Irão analisar seu visto, se é para estudar, se é para turismos, trabalho. Eles normalmente fazem essa análise também, para saber se você realmente voltará ao seu país de origem, o que irá fazer, se tem recursos financeiros para se manter no país escolhido, também para controlar quem entra e sai do país, mantendo assim, a segurança, tanto dos que ali vivem como também de quem o visita (turista).

Então, essa análise/entrevista (chamada IMIGRAÇÃO) é feita e a pessoa pode ser autorizada a entrar no país ou ter a entrada negada. Tudo vai depender da análise realizada pela imigração.

Um pouco de cada país


Eu quero escolher um país que tem o INGLÊS como língua oficial (língua materna) para estudar/trabalhar e/ou VIAJAR, mas quais são os países mais procurados? Qual escolher?

Se você fizer uma pesquisa geral, você observará que há vários países que tem o inglês como língua materna ou como uma segunda língua oficial, aqui citarei apenas os TOP 8 mais procurados, muito atrativos e algumas explicações sobre eles.
Lembrando que: todos os lugares tem pontos positivos e negativos para se estudar, morar e/ou viver, trabalhar ou viajar, mas não me prenderei a discutir esses detalhes, até mesmo porque cada um tem sua visão sobre os dois lados, e assim basta a análise e a experiência pessoal de cada indivíduo. O Intuito aqui é identificar os locais, citar alguns detalhes “gerais” importantes para você tentar analisar e refletir sobre uma escolha.

Em outros posts falaremos particularmente e mais profundamente sobre cada país.
Então, contemple abaixo os países citados e façamos uma pequena VIAGEM :

1 – Estados Unidos (USA - United States of America) – Maior economia do mundo, um excelente caldeirão de culturas, sempre ligado a novas tendências, excelente educação sendo possível cursar o High School a programas de pós graduação como também cursos de idiomas e de férias, instituições de ensino reconhecidas internacionalmente, dependendo da cidade escolhida o custo de vida pode ser um pouco alto, mas é só analisar a cidade que realmente lhe atrai e lhe é possível financeiramente, seu estilo de vida, clima e atrações turísticas atraem muitas pessoas.

2 – Canadá (Canadá) – País com duas línguas oficiais “Inglês e Francês” – verificar regiões –, excelente  qualidade de vida e de ensino, considerada um dos melhores sistemas de ensino do mundo, oportunidades de intercâmbio desde o ensino médio, faculdade, continuação nos estudos, emprego, repleto de belezas naturais, é um país grande e pouco populoso (o que contribui para a baixa criminalidade), moderno, o custo de vida é razoável e bastante atrativo já que o dólar canadense oferece um câmbio um pouco mais baixo que o dólar dos EUA e está sempre em busca de imigrantes que atinjam suas expectativas. Não deixe que o frio canadense seja um ponto para você desistir do Canadá, pois eles estão preparados para enfrentar o clima com baixas temperaturas, tanto que roupas, sapatos, etc, eles são preparados para suportar o frio de lá.

3 – Inglaterra (Reino Unido) (England - United Kingdom) – O berço de ouro da língua inglesa, Inglês Britânico, repleto de novas culturas, rica em tradições e de uma cultura inglesa secular, a terra da rainha, clima de cidade grande e com o seu charme medieval, excelentes estrutura e qualidade de ensino, nela está localizada as Universidades como Cambridge e Oxford, com cidades incríveis, excelentes pontos turísticos, lazer maravilhoso. 

4 – Irlanda (Ireland) – Inglês Britânico, grandes heranças celtas e vikings, repleta de beleza natural, une a tradição à modernidade, custo de vida menor em relação a Inglaterra e está localizada nas proximidades da mesma, infraestrutura padrão europeia, excelentes pontos turísticos, a cidade respira arte, é considerada o Vale do silício Europeu para quem trabalha com tecnologia, também ótimo lugar para se estudar e com diversas oportunidades conciliando estudo e trabalho.

5 – Austrália (Australia) – A terra dos cangurus, excelente qualidade de vida, possui grandes universidades e muitas opções de estudos, muita cultura, um país com ótima infraestrutura, grande receptividade, menos burocrático para se conseguir o visto e emprego – e assim, ajudar cobrir os custos gastos com estadia, estudos e viagem – ótimo para aqueles que preferem um clima mais ameno, tipo tropical, com menos frio, mais parecido com o clima brasileiro, belíssimas paisagens que você vai amar.

6 – Nova Zelândia (New Zealand) – Ilha oceânica de muita cultura, clima tropical, ótima hospitalidade e qualidade de vida, educação de qualidade, ótimas opções de cursos superiores,  capital dos esportes radicais, é possível conciliar trabalho e estudo de acordo com a carga horária estabelecida pelo país, estilo de vidas diversos, natureza exuberante.

7 – África do Sul (South Africa) – Possui 11 línguas oficiais, o inglês sul africano é a língua mais falada na vida pública oficial e comercial, é uma língua bastante influente, é o principal meio de comunicação entre os estrangeiros locais, o custo de vida é mais baixo em relação aos países aqui citados, com ótimas instituições de educação em várias cidades, país multicultural, muitos pontos turísticos e históricos que agregam ao nosso conhecimento, um clima maravilhoso e tão parecido com o nosso, repleto de belezas naturais, população receptiva, oportunidades de empregos, estágios e serviços voluntariados.  

8 – Malta (Malta) – Língua Maltesa e Inglês, Ilha ao Sul da Europa, águas cristalinas do mar mediterrâneo, menor país da Europa, arquitetura moderna e medieval, possui grandes escolas que são certificadas por sua qualidade, há possibilidade de conciliar um trabalho de 20 horas semanais com os estudos, com um clima muito bom, ensolarado, belas praias, agitada vida noturna, custo de vida mais baixo para os padrões europeu, país multicultural colonizado por árabes, britânicos e um toque Italiano preserva sua riquíssima história, muita receptividade, uma história que remete a Roma antiga.


Most spoken languages in the world 2020

As Línguas mais faladas no mundo em 2020


Espero ter contribuído um pouco para sua escolha!



Em breve falaremos mais sobre os países citados acima.

Good Luck! 



segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Qual a melhor idade para iniciar o inglês?

 Hello Friends!

Hoje o assunto é sobre ensinar inglês para crianças...

Será que existe uma idade exata para a criança aprender inglês, será que elas realmente aprendem, será que é ruim aprender inglês tão pequeno, será que é bom aprender inglês muito cedo, será, será, será???

Então, vou dar minha opinião, é só acompanhar o texto abaixo.

A criança desde pequena é muito capaz de adquirir uma segunda língua, aliás, a aprendizagem de uma outra língua, como o inglês por exemplo, é muito mais fácil e muito mais eficaz quando a criança desde pequena já tem contato com a mesma. 

No processo de aprendizagem da criança, sabemos que muitos estudos foram realizados ao longo dos anos, e nesse quesito de aprendizagem destaco aqui a "Neurociência", que trata do estudo do sistema nervoso e suas funcionalidades, no qual é possivel entender o processo de desenvolvimento do ser humano através do cérebro. 

Não irei me aprofundar nesse assunto, mas só para relembrar ou para um breve conhecimento com mais clareza, irei citá-lo. 

No estudo do cérebro durante a aprendizagem devemos considerar vários fatores, entre eles a idade, pois a estrutura e processamento de informações se modificam com o passar dos anos. As mudanças ocorrem principalmente de uma forma mais acentuada nas primeiras fases da vida.

As fases do desevolvimento são organizadas em grupos:

1) Primeira Infância: de 0 a 6 anos

2) Segunda Infância: de 7 a 11 anos

3) Adolescência: de 12 a 21 anos

4) Vida Adulta: de 22 a 59 anos

5) Terceira Idade: a partir dos 60 anos

De acordo com a Neurociência, a primeira infância está relacionada com a plasticidade do cérebro, a qual representa a fase de maior abertura e absorção para se aprender novas coisas.

A criança nessa fase está em constante receptividade, e esse momento, na minha opinião, é essencial para que elas comecem a adquirir uma segunda língua, por exemplo, lógico que aos poucos, respeitando sua idade, desafios e tempo de aprendizagem.

É na primeira infância que a imaginação da criança está a todo vapor e trabalhar "a Língua Inglesa" de forma lúdica garante uma aprendizagem mais proveitosa e com maior receptividade. É preciso trabalhar a Língua Inglesa de forma que chame muito sua atenção, com coisas que elas gostam de acordo com a idade. Músicas, imagens, histórias, técnicas, recursos tecnológicos, etc, são formas de tornar a aprendizagem delas mais proveitosas.

As histórias interativas - "storytelling" - é bem legal de se trabalhar em todas as fases da infância, pois atinge a imaginação da criança de uma forma bem bacana, ela constrói conhecimentos, porque é ali que ela ouve, presta atenção na história, aqduire novos vocabulários, dá sua opinião sobre os acontecimentos tentando se expressar na segunda língua, passa a compreender as falas em inglês, transmite os sentimentos, e se a história for completada com música ou jogos/brincadeiras,  a compreensão será maior e melhor ainda.

Cada fase da vida nos oferece vantagens diferentes no aprendizado.

Os bebês por exemplo, tem um ouvido melhor para os sons, pois no útero da mãe sua audição estava a todo vapor, para esse primeiro contato com a língua, uma dica para apresentar a língua inglesa aos bebês é contar histórias, colocá-los em contato com as canções em inglês, apresentar alguns comandos fáceis para irem tendo o contato com a língua e assim absorvendo a comunicação em inglês para sua futura aprendizagem, assim seu aprendizado se estenderá e fará parte como base das suas próximas etapas do desenvolvimento.

Já as crianças maiores, tem facilidade de agir com a imaginação, falar, se expressar, e assimilar sotaques de nativos, pois não tem vergonha de se expressar em inglês, podemos dizer que elas tentam copiar, imitar e transmitir da forma que ela ouve. Quando ela é colocada em uma sala que só se fala o idoma inglês por exemplo, a segunda língua que ela terá que aprender, ela vai mais rapidamente tentar absorver a língua para se comunicar, para ser entendida pelo grupo na qual está ou também para se expressar com o professor que nesse momento é o que domina a língua.

Colocar a criança em  contato com a Língua Inglesa ou um novo idioma de forma "Lúdica", com boas técnicas, e respeitando suas fases e dificuldades principalmente, só contribuirá para que as crianças aprendam mais e mais. Assim, será muito divertido e proveitoso para a criança asssimilar uma outra língua.

O que devemos fazer é colocar a criança para praticar diarimente a Língua Inglesa ou a Lingua Estrangeira, mesmo por poucos minutos, pois assim, todos os dias ela terá contato e absorverá pouco a pouco.

A criança é muito capaz de aprender a língua inglesa desde muito cedo, e essa aprendizagem é muito mais fácil e eficaz quando ela tem a oportunidade de conhecê-la e ter contato nos primeiros anos de vida.  

Abaixo, segue apenas algumas dicas para se trabalhar a língua Inglesa com as crianças, mas há muito mais, você pode usar  criatividade, procure sempre trabalhar de forma lúdica e que seja interessante para elas, para que assim tenha uma melhor assimilação. 

Contação de histórias (Storytelling)

Músicas (Songs)  

Rimas, poesias infantis (Nursery Rhymes)

Conversação (Conversation)

Dramatizações (Role play / Dramatic Play)

Jogos (Play)

Artes (Arts)

Crafts (Crafts)

Recipes (Receitas)


MÚSICAPesquisas em Neurociência são unânimes em afirmar que a Música desenvolve um papel fundamental no desenvolvimento físico do cérebro assim como no desenvolvimento pleno da existência humana...


Futuramente farei mais postagens para ajudá-los com essas dicas ok.

Espero ter contribuído um pouco com vocês!

Em breve postarei atividades para ajudá-los! 

Good Job!

sábado, 5 de setembro de 2020

Ensinar, viajar e estudar inglês... aí vamos nós!



 

"ENSINANDO INGLÊS PARA CRIANÇAS"  

E

"UMA VIAGEM AOS PAÍSES DE LINGUA INGLESA"  


Hi Friends!

Nesse período necessário para mim de ausência aqui no blog, recebi muitos e-mails perguntando sobre dois assuntos que foram "records" em perguntas:

1⁰ O ensino de inglês para crianças - se eu poderia falar um pouco sobre qual a melhor idade, o que ensinar, por onde começar, etc. 

Muitas famílias querem ajudar e/ou incentivar as crianças a compreenderem e aprender a língua inglesa ou apenas querem dar continuidade ao ensino de inglês, mas não sabem por onde começar. 

Por isso, eu respondo que SIM, vou auxiliá-los nesse assunto, ok. 

Irei elaborar conteúdos para ajudá-los. Contem comigo! 

Outro assunto muito pedido foi sobre:

2⁰ Estudar, viajar ou viver em países de Língua Inglesa - Como é a vivência nesses países, dicas, estudos, cursos, faculdade, pós-graduação - etc, como é trabalho/estudo, etc.

Não tenho todas as repostas kkkkk, mas SIM eu também tentarei ajudar vocês com algumas postagens, dicas, conteúdos, depoimentos de alguns amigos e demais pessoas que possuem cidadania, (que vivem e/ou estudam em países que tem o inglês como língua materna) ou que tiveram a oportunidade de apenas fazer intercâmbio através dos estudos e que poderão responder suas perguntas com as experiências deles por lá vivenciadas, ok. 

ENTÃO, INICIAREMOS AQUI NO BLOG OS SEGUINTES TEMAS:

"ENSINANDO INGLÊS PARA CRIANÇAS"  "UMA VIAGEM AOS PAÍSES DE LINGUA INGLESA"  

Fiquem ligados que cada postagem pode ajudar muito!

E vem novidades por aí em relação ao Blog!





domingo, 19 de agosto de 2018

Folclore Brasileiro - Brazilian Folklore - Activities II


Hi Friends!

Brazilian Folklore 

Trago abaixo algumas atividades que adaptei para utilizarmos com a  língua inglesa para que os alunos e os demais aprendam um pouco mais sobre o "Brazilian Folklore".
Utilize as postagens do Blog para contar um pouco da história do folclore em nosso país aos seus alunos, utilize explicações em inglês para que eles enriqueçam o vocabulário e em seguida, aplique as atividades para que se divirtam aprendendo. Vamos criar um ambiente bem legal para que possamos motivá-los a aprender cada vez mais.
Let's go!
Quer saber mais sobre trabalhar o folclore brasileiro com a língua inglesa, então, acesse o link abaixo:











 



Quer saber mais sobre trabalhar o folclore brasileiro com a língua inglesa, então, acesse o link abaixo:
http://inglesnodiaadia.blogspot.com/2018/08/folclore-brasileiro-brazilian-folklore.html
Good Job!

Folclore Brasileiro - Brazilian Folklore - Activities I


Hi Friends!


Trago aqui duas atividades que montei para trabalharmos o folclore brasileiro com a língua inglesa. Nele teremos as explicações em inglês do Saci Pererê, da Mula Sem Cabeça, do Boitatá, Bumba meu Boi, Curupira e Caipora. Use a criatividade para que os alunos ou os filhos, sobrinhos, netos, etc, enriqueçam o vocabulário aprendendo em inglês um pouco do nosso folclore. Eles também podem colorir as atividades ou recortar e colá-las no caderno, etc. Good Job! 











Fonte:
Google imagens

















sábado, 18 de agosto de 2018

Folclore Brasileiro - Brazilian Folklore (Parte 2)


Brazilian Folklore (Folclore Brasileiro)
https://www.artstation.com/artwork/qbLBa


Dando continuidade ao assunto do folclore, segue algumas explicações em inglês para aumentar o vocabulário dos alunos:
 



Pesquisa em:  https://en.m.wikipedia.org/wiki/Brazilian_mythology

Brazilian mythology is the subset of Brazilian folklore with cultural elements of diverse origin found in Brazil, comprising folk tales, traditions, characters and beliefs regarding places, peoples, and entities. The category was originally restricted to indigenous elements, but has been extended to include:
  • Medieval iberic traditions brought by the Portuguese settlers, some of which are forgotten or very disminished in Portugal itself; as well as other European nations folklore, such as Italy, Germany and Poland.
  • African traditions brought by Africans to Brazil as slaves during the colonial times—including their religious beliefs;
  • Lives of Saints and other devotional elements propagated by the Catholic Church which were appropriated by the folklore;
  • Elements originated in Brazil by the contact of the three different traditions;
  • Contemporary elements that are re-elaborations of old traditions.
Because Brazil is a melting pot of cultures, many elements of Brazilian mythology are shared by the traditions of other countries, especially its South American neighbors and Portugal.
Prominent figures
(Figuras em destaques do folclore brasileiro)
  • Alemoa — the ghost of a blond (German-like) woman that is connected to the island of Fernando de Noronha. She is said to seduce imprudent men and carrying them to death. Alemoa is a nonstandard way of pronouncing "alemã" ("german female" in Portuguese).
  • Anhangá A spirit that often protects animals (especially the females and young ones) and tends to appear as a white deer with red eyes. Often mistaken for Anhanguera due to the words being similar, however the Anhanga is not considered a devil, though it was feared. One legend involves an Indian who tortured a young fawn so the screams would attract the mother. When she came near, he killed her just to realized that the Anhanga had used an illusion and he had just killed his own mother.
    • Anhanguera Equivalent of the Devil.
    • Besta-fera — a centaur-like creature, thought to be the Devil.
    • Bernunça — strange beast of the folk tales of the state of Santa Catarina (state).
    • Boi-Bumbá (see Bumba-meu-boi).
    • Boitatá — a giant snake with bull horns and enormous fiery eyes that crawls over the open fields at night. Sometimes described as a giant fire snake. Looking at its eyes blinds people.
    • Boiúna ("Black snake") — a gigantic, nocturnal serpent that is the personification of the Amazonian rivers and feared by many fishers who live in that area. As part of the TV show The River as a sacred area and no one is to enter.
    • Boto — an Amazon river dolphin encantado that shapeshifts into a handsome man to seduce young women (Amazon).
    • Bumba-meu-Boi — an ox that is part of strange folk tale celebrated with dance and music by the peoples of the Brazilian north (states of Maranhão and Amazonas, where it is known as Boi-Bumbá).
    • Caipora — jungle spirits that lived in trees but came out at night to haunt those who were astray.
    • Ci — Tupian primeval goddess (the name means simply "mother").
    • Corpo-Seco ("Dry Corpse") — a man so evil that the earth would not rot its flesh and the devil would return his soul. Condemned to wander fruitlessly the earth until the judgment day.
    • Cuca — menacing, supernatural, old hag that does evil things to small children who do not go to bed early.
    • Curupira — a (male) jungle genie that protects the animals and the trees of the forests. It has red hair and backwards feet to confuse hunters. Hates hunters and lumberjacks.
    • Cobra-Encantada (Enchanted snake) — a beautiful woman shapeshifted into a hideous snake to guard an immense treasure. One who breaks the spell will have the gold and marry the maiden.
    • Cobra-Grande (see Boiúna).
    • Encantado — someone who is magically trapped into another dimension, living an eternal, but unfruitful life (usually a punishment for pursuing riches at any cost or doing some wrong).
    • Homem do Saco — literally, "Sack Man" or "Bag Man", a mid-aged or elder drifter who visits households in search of naughty young children for him to carry away with him, in his sack or bag. When the Sack Man happens to knock at a house whose residents have a naughty kid that they no longer want, these parents give the Sack Man their kid, that he puts up in his sack and carries away forever. This story was told to children as a way to make them behave and respect their parents, under the fear of being given away to the Sack Man if they didn't act good.
    • Iara — a type of freshwater mermaid (Centre, South-East, North).
    • Iemanjá — the Afro-Brazilian sea goddess.
    • Jurupari — another Amazonian jungle devil.
    • M'Boi — Serpentine god of the river. Responsible for the Legend of Iguassu Falls; the folklore, mystery and beauty. The story of Taroba and Naipi fighting the rainforest and disease. Iguassu falls is one of the great wonders of the world at the corner of Brazil and Argentina. a must see.
    • Lady in White — the most widespread type of ghost seen in Brazil. Urban legend.
    • Lobisomem — the Brazilian version of the Werewolf.
    • Mother of the Gold — a powerful and lethal being that protects gold ores. Nobody has survived seeing it, so no description exists. It is usually seen from afar as a globe of fire that flies from mountain to mountain (South-East).
    • Mapinguari — a large, bipedal, furry animal that wanders the Amazon jungle. Considered the Brazilian version of the Yeti or the last memory of the now extinct giant sloths passed through generations by the Indians.
    • Maní — the name of an Indian girl with very fair complexion. The legend is connected to Manioc, a woody shrub of the Euphorbiaceae native to South America.
    • Matinta Pereira — a malevolent hag with supernatural powers whose legend is very well known in the state of Pará.
    • Muiraquitã — a greenish amulet of suprenatural qualities.
    • Mula sem cabeça — Literally "headless mule", shape taken by the woman accursed for having sex with a priest (South-East, North-East, Centre, South).
    • Negrinho do Pastoreio — a slave boy that died an awful death (similar to Candyman's) for not keeping his owner's horses. He helps people who are looking for lost things.
    • Pisadeira — An old hag that wears sneakers and stomps over people's stomachs at night making them breathless. Usually appears when people go to bed on a full stomach.
    • Saci Pererê — a mischievous single-legged black elf-like creature who is blamed as the culprit of anything that goes wrong at a farm (Centre, South-East) and is the mascot of Sport Club Internacional (South). The Saci is known as a trickster and usually appears in farms inside wind swirls. If someone steals its red cap he'll exchange it for a favour.

    Fonte:  https://en.m.wikipedia.org/wiki/Brazilian_mythology

    Good Job!

    Folclore Brasileiro / Brazilian Folklore (Parte I)


    Hi Friends!


    Dia 22 de agosto é considerado a data comemorativa do folclore brasileiro.O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à comemoração do folclore, foi criado então, o Dia do Folclore Nacional.

    E a pergunta é... posso unir a língua inglesa para também trabalhar o folclore?
    Claro que sim, então, trago aqui para você teacher, pais, amigos e colegas, algumas dicas e pesquisas que fiz para lhe ajudar a unir língua portuguesa e inglesa trabalhando o folclore brasileiro.

    Let's go Friends!!!


    Quer visualizar outra matéria sobre o folclore, então clique no link abaixo: 

    http://inglesnodiaadia.blogspot.com/2018/08/folclore-brasileiro-brazilian-folklore_18.html
    http://inglesnodiaadia.blogspot.com/2018/08/folclore-brasileiro-brazilian-folklore_19.html
    http://inglesnodiaadia.blogspot.com/2018/08/folclore-brasileiro-brazilian-folklore_62.html

    Brazilian Folklore (Folclore Brasileiro)


    O texto abaixo é riquíssimo e interessante, por isso decidi compartilhar com vocês aqui no blog, ele foi retirado da Wikipédia. Confira na íntegra pelo link abaixo:
    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Folclore_brasileiro

    Sobre o folclore no Brasil:
    Como sinônimo da cultura popular, o folclore brasileiro é o rosto social e identitário de uma vasta população de cidadãos brasileiros, cada um deles possuindo sua própria história, e seus próprios referenciais culturais

    O folclore inclui mitos, lendas, contos populares, ritos e cerimônias religiosos e sociais, brincadeiras, provérbios, adivinhações, as receitas de comidas, os estilos de vestuário e adornos, orações, maldições, encantamentos, juras, xingamentos, danças, cantorias, gírias, apelidos de pessoas e de lugares, desafios, saudações, despedidas, trava-línguas, festas, encenações, a gestualidade associada à intercomunicação oral, artesanato, medicina popular, os motivos dos bordados, música instrumental, canções de ninar e roda, e até mesmo maneiras de criar, chamar e dar comandos aos animais. A lista do que é folclore não se limita ao que vem do interior, inclui as expressões próprias da vida em cidades, lendas urbanas, os reclames dos vendedores de rua, os símbolos, modelos de arquitetura e urbanismo vernáculos. Na apresentação do folclore brasileiro oferecida pelo IBGE, "através do folclore o homem expressa as suas fantasias, os seus medos, os melhores e piores desejos, de justiça e de vingança, às vezes apenas como forma de escapar àquilo que ele não consegue explicar". Todas essas manifestações se manifestam peculiarmente em cada cultura e diferem de região para região, e de indivíduo para indivíduo.
    O Brasil possui um folclore riquíssimo, sendo impossível entrar em detalhes aqui; pode-se outrossim elencar algumas categorias mais comuns, dando-lhes um ou outro exemplo. Muitas expressões têm uma presença nacional, ou quase isso, como o carnaval, as farras de boi, as festas juninas, as cavalhadas, a festa do divino e as lendas do curupira, do saci pererê e da mula sem cabeça; outras, são restritas a regiões e estados ou mesmo a pequenas comunidades esquecidas pelo progresso, como os fandangos de tamancos do interior de São Paulo ou a lenda da Teiniaguá no Rio Grande do Sul.


    Como já dito, o folclore brasileiro é sinônimo de cultura popular brasileira, e representa a identidade social da comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais; é também uma parte essencial da cultura do Brasil. Embora tenha raízes imemoriais, seu estudo sistemático iniciou somente em meados do século XIX, e levou mais de cem anos para se consolidar no país. 


    Sendo composto por contribuições as mais variadas, com destaque para a portuguesa, a africana e a indígena, o folclore do Brasil é extremamente rico e diversificado, sendo hoje objeto de inúmeros estudos e recebendo larga divulgação interna e internacional, constituindo além disso elemento importante da própria economia do Brasil, pela geração de empregos, pela produção e comércio de bens associados, pelo turismo cultural que dinamiza.

    O folclore brasileiro, apesar de suas origens se perderem no tempo, só começou a receber a atenção da elite nacional em meados do século XIX. Naquele período estava em voga o Romantismo, movimento cultural que prestigiava as singularidades e as diferenças, consagrando as tradições e cultura popular dos povos como objetos dignos de atenção intelectual. Naquele momento, acompanhando a mesma onda de interesse pela cultura popular que crescia na Europa e nos Estados Unidos, alguns estudiosos brasileiros, como Celso de Magalhães, Sílvio Romero e Amadeu Amaral, passaram a pesquisar as manifestações folclóricas nativas e publicar estudos sistemáticos, lançando no país os fundamentos do folclorismo, a disciplina que estuda o folclore, que precisaria de um século para conquistar prestígio no mundo acadêmico brasileiro.
    A partir de um primeiro interesse pelas tradições orais, depois se passou a estudar a música, e mais tarde as festas, folguedos e outras manifestações. Ao mesmo tempo, diversos artistas ligados à elite passaram a empregar elementos da cultura popular na criação de obras destinadas aos círculos ilustrados, como parte de um projeto, estimulado e desenvolvido pelo governo de Dom Pedro II, de construção de um corpo de símbolos nacionalistas que poderia contribuir para a afirmação do Brasil entre as nações civilizadas. As classes superiores nunca foram inteiramente livres da influência da cultura popular, mas obras como por exemplo I-Juca-Pirama, de Gonçalves Dias, e a música de Luciano Gallet e Alexandre Levy deram a temas do folclore brasileiro um papel de destaque na arte culta. Desde então o interesse pelo assunto só cresceu, e em várias frentes.


    O impulso nacionalista rendeu ainda maiores frutos com o advento do Modernismo, quando o folclore passou a ser visto como a verdadeira essência da brasilidade. Mário de Andrade, um dos líderes do Modernismo brasileiro, foi um grande pesquisador do folclore nacional, procurando colocá-lo em diálogo com as ciências humanas e sociais, que naquela altura nasciam no país. Outros nomes influentes ligados ao movimento modernista, como os pintores Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral e o músico Villa-Lobos, também incorporaram elementos folclóricos em suas obras de maneira destacada. Mário teve a oportunidade de agir oficialmente pelo folclore, criando a Sociedade de Etnologia e Folclore quando dirigiu o Departamento de Cultura do Estado de São Paulo entre 1935 e 1938, abrindo cursos para a formação de pesquisadores, onde palestraram eruditos renomados como Lévi-Strauss.
    Na década de 1950 essa movimentação se multiplicou em larga escala, atraindo outras figuras ilustres como Cecília Meireles, Câmara Cascudo, Edison Carneiro, Florestan Fernandes e Gilberto Freire, além de estrangeiros como Roger Bastide e Pierre Verger. O movimento folclorista nesta época encontrou a consagração institucional maior na Comissão Nacional de Folclore, fundada em 1947 por Renato Almeida, através de recomendação da UNESCO, vinculada ao Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura e à própria UNESCO. No contexto do pós-guerra, a preocupação com o folclore se inseria nas iniciativas em prol da paz mundial. O folclore era visto como elemento de compreensão entre os povos, incentivando o respeito pelas diferenças e permitindo a construção de identidades diferenciadas. Como disse Cavalcanti, o Brasil de então "orgulhava-se de ser o primeiro país a atender à recomendação internacional no sentido da criação de uma comissão para tratar do assunto". Em 1958 foi instituída a Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, órgão executivo do Ministério da Educação, dinamizando os debates e pesquisas através de comissões estaduais de folclore, e adotando a prática de engajar colaboradores do interior, mesmo que fossem diletantes, uma vez que se considerou que a intimidade deles com a cultura interiorana contrabalançaria a sua falta de especialização profissional.
    Paralelamente à luta pela institucionalização desenvolvia-se um debate a respeito da formulação dos conceitos delimitadores do folclore como uma ciência, o que dependia da libertação do folclore em relação à literatura e à história, que tradicionalmente absorviam o pensamento sobre a cultura popular. Mas a tarefa foi em muitos pontos inglória. No relato de Travassos, resenhando ideias de Vilhena,
    "A concepção de sociologia que predominou inicialmente nas universidades brasileiras destacava as deficiências de rigor científico dos trabalhos de folclore. De outro, divergências metodológicas entre folcloristas e sociólogos estavam entrelaçadas a concepções distintas da formação nacional. Enquanto os primeiros orientavam as pesquisas na direção das formas que evidenciassem fusões e sincretismos culturais, os segundos indagavam o grau de integração das camadas sociais e grupos étnicos. Finalmente, a 'tradição cultural nascente' que os participantes do movimento prezavam não tinha relevância para aqueles que, na linha dos folcloristas europeus, consideravam folclóricos os fenômenos identificados com um estrato cultural muito antigo. Assim, o movimento distanciou-se também das concepções européias e norte-americanas que adotam, respectivamente, os critérios básicos de antiguidade e oralidade na definição de folclore. As discordâncias devem-se, mais uma vez, ao peso das preocupações com a nacionalidade".

    Além da pesquisa requisitou-se a participação das escolas como instrumentos de preservação e disseminação do folclore, acreditando-se que o caráter intervencionista e "artificial" dessa medida seria compensado pelas possibilidades de vivência "real" do folclore nas festas e brincadeiras infantis, fomentando a inclusividade, o engajamento na defesa de tradições ameaçadas e a formação de um senso de "fraternidade folclórica", como queriam Renato Almeida e outros que viam o movimento quase como uma missão sagrada. O movimento folclórico brasileiro produziu enfim um projeto paradoxal de ciência, na qual não havia diferença marcante entre leigo e cientista, entre objeto e sujeito, entre participação efetiva e observação impessoal. Essas ideias e posturas tinham seus riscos e contradições, e deram margem a críticas que alegavam que a interferência ativa do Estado na interpretação e no fomento do folclore servia como uma cortina de fumaça para esconder problemas sociais apresentando-os como realidades folclóricas.
    De qualquer maneira, os trabalhos desses pesquisadores fizeram evoluir as concepções brasileiras sobre o que é o folclore. Reunidos no Rio de Janeiro em 1951, no I Congresso Brasileiro de Folclore, publicaram a Carta do Folclore Brasileiro, onde se definiu o folclore como "as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular e pela imitação e que não sejam diretamente influenciadas pelos círculos eruditos e instituições que se dedicam ou à renovação e conservação do patrimônio científico e artístico humano ou à fixação de uma orientação religiosa e filosófica". Benjamin diz que se estabeleceu também como folclore os fatos sem o fundamento da tradição, bastando que fossem de aceitação coletiva e essencialmente populares, anônimos ou não, derrubando os requisitos de antiguidade, oralidade e anonimato e relativizando a condição de tradicionalidade.
    A partir de 1961 os folcloristas passaram a contar com um importante meio de divulgação e discussão, a Revista do Folclore Brasileiro, que circulou até 1976 totalizando 41 volumes, e se tornando um catalisador de pesquisas. Mas apesar das conquistas do folclorismo nacional, ainda lhe faltava credibilidade, o que só seria conseguido, como pensava Almeida, quando ele penetrasse nas universidades. Em meio à polêmica que cercava o tema, o folclore foi gradativamente sendo alijado do modelo acadêmico que se consolidava. Embora muitos de seus estudiosos permanecessem ligados às universidades, a disciplina foi se cristalizando como um subcampo das ciências sociais. A situação ficou pior com o golpe militar de 1964, que ocasionou a demissão de Edison Carneiro, o principal folclorista daquele momento, do cargo de diretor da Campanha, fechada no dia primeiro de abril com um cartaz na porta que dizia: "Fechado por ser um antro de comunistas". Com isso se encerrava todo um ciclo do folclorismo brasileiro.
    Mas a Campanha foi finalmente reaberta com Renato Almeida como seu diretor. Incorporada à Funarte, transformou-se em 1979 no Instituto Nacional do Folclore. Em 1990 o Instituto passou a ser denominado Coordenação de Folclore e Cultura Popular, hoje chamado Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tendo como missão declarada "formular, fomentar e executar programas e projetos em nível nacional voltados para a pesquisa, documentação, difusão e apoio a expressões das culturas populares brasileiras".
    Desde essa retomada nos anos 60-70 se acelerou e aprofundou a modernização da sociedade, a televisão entrou decisivamente no cotidiano, e ao contrário do que temia a Campanha em seus primórdios, o folclore não acabou, mas adaptou-se e transformou-se, assim como continuaram em mudança seus conceitos e práticas. Cavalcanti sumarizou o processo:
    "A cultura não é mais entendida como um conjunto de comportamentos concretos mas sim como significados permanentemente atribuídos... Uma festa é mais do que a sua data, suas danças, seus trajes e suas comidas típicas. Elas são o veículo de uma visão de mundo, de um conjunto particular e dinâmico de relações humanas e sociais. Não há também fronteiras rígidas entre a cultura popular e a cultura erudita: elas comunicam-se permanentemente... Na condição de fato cultural, o folclore passa a ser compreendido dentro do contexto de relações em que se situa".
    Em 1995, numa revisão da Carta do Folclore Brasileiro realizada no VIII Congresso Brasileiro de Folclore, reunido em Salvador, os folcloristas brasileiros definiram folclore como "o conjunto das criações culturais de uma comunidade, baseado nas suas tradições expressas individual ou coletivamente, representativo de sua identidade social. Constituem-se fatores de identificação da manifestação folclórica: aceitação coletiva, tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade".
    Aceitação coletiva significa que deve ser uma prática generalizada, implicando uma identificação coletiva com o fato, mesmo que ele derive das elites. Tradicionalidade é entendida como uma continuidade através das gerações, onde os fatos novos se inserem sem ruptura com o passado, e se constroem sobre esse passado. Dinamicidade se refere à sua feição mutável, ainda que baseada na tradição. Funcionalidade, por existir uma razão para o fato acontecer, não constituindo um dado isolado, e sim inserido em um contexto dinâmico e vivo. Pode-se acrescentar a esses o critério da espontaneidade, já que o fato folclórico não nasce de decretos governamentais nem dentro de laboratórios científicos; é antes uma criação surgida organicamente dentro do contexto maior da cultura de uma certa comunidade. Mesmo assim, em muitos locais já estão sendo feitos esforços por parte de grupos e instituições oficiais no sentido de se ressuscitar nos dias de hoje fatos folclóricos já desaparecidos, o que deve ser encarado com algum ceticismo, dado o perigo de falsificação do fato folclórico. Também deve ser regional, ou seja, localizado, típico de uma dada comunidade ou cultura, ainda que similares possam ser encontrados em países distantes, quando serão analisados como derivação ou variante.




    Apesar da existência destes critérios, muitas vezes é difícil determinar se um fato é ou não folclórico, até porque os pesquisadores não raro divergem sobre os conceitos e suas aplicações. Nesse contexto, disse Cavalcanti que antes do que tentarmos saber se um dado fato é ou não folclórico, é mais produtivo entender o folclore como um campo de estudos ainda em expansão, significando que o elemento folclórico não está tanto no fato concreto, mas em seu entendimento como folclórico, e por isso a definição do que é folclore varia com o tempo.
    A despeito das polêmicas entre os estudiosos, o resultado dessa evolução continuada é que atualmente o folclore brasileiro se elevou a uma posição de destaque. Além de ser a base alimentadora de boa parte do turismo cultural do país, dinamizando comércio, indústria e serviços, se tornou instrumento de educação nas escolas, tem museus para ele e está protegido por lei, sendo considerado um bem do patrimônio histórico e cultural do país. A Constituição do Brasil protege o folclore através dos artigos 215 e 216, que tratam da proteção do patrimônio cultural brasileiro, ou seja, "os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira".


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    Para mais informações, segue o link para melhores pesquisa:
    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Folclore_brasileiro



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